As inscrições para o prêmio de cidadania mundial de 2027 se iniciam em outubro

“A terra é um só país e os seres humanos seus cidadãos” Bahá’u’lláh

O Prêmio de Cidadania Mundial Louis Anderson e Vicent Martínez Guzmán é um prêmio de US$ 700 para jovens de 13 a 25 anos que trabalhem com pessoas de diversas origens socioeconômicas, religiosas, étnicas ou nacionais para construir pontes de amizade e promover a consciência de nossa humanidade em comum. Apenas equipes com três ou mais integrantes podem se inscrever. Não serão aceitas inscrições individuais.

Como parte do seu processo de inscrição, lhe pedimos que assista às entrevistas da nossa “Série Cidadania Mundial”, selecione uma delas e, em seguida, escreva um ensaio de 600-750 palavras comparando e contrastando a sua resposta com as do entrevistado no que diz respeito às questões abaixo (uma redação por equipe):

1. Qual é a fonte da sua esperança e coragem para expressar solidariedade a todos, mesmo diante de críticas ou apatia?

2. Como podem os jovens permanecer esperançosos e praticar, na sua vida quotidiana, a coragem de estender a solidariedade a cada ser humano?

3. Como podem os educadores ajudar os jovens a desenvolver um sentimento de pertença à família humana?

4. Como o seu projeto reflete a sua resposta às questões 1 a 3 acima?

Caso seu projeto seja escolhido como finalista, você será convidado para uma entrevista. As entrevistas serão virtuais. Para qualquer esclarecimento, por favor, escrever a director@sjcinitiative.org

Veja aqui os ganhadores do nosso prêmio inaugural

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Poesia de Resistência 2023-24

Agradecemos aos mais de 1200 alunos de 60 países que nos enviaram seus poemas esse ano! Um número sem precedentes no nosso concurso!

Essa é a coletânea de 105 poemas selecionados para publicação.

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Visite nossa página Facebook para conhecer nossos projetos sociais e artísticos

JUST ART

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Resultados do Concurso de Redação 2022

OBRIGADO POR NOS ENVIAR SUAS HISTÓRIAS! Os seguintes trabalhos foram selecionados e já estão publicados em nosso site:

SANNO KHAN, INDIA: BALAKNAMA

BÁRBARA GIANCOLA, BRAsIL: O Brilho do Sol em DONA MENINA: Ensaio sobre uma amizade transcendente

ANôNimo, SíRIA: SURVIVOR'S STORY

EMILIA MIRELES MORENO, MéXICO: THE FREEDOM TO BE DIFFERENT

TINA LI, USA: NOW I CAN READ THE FINE PRINT (MOSTLY)

SIENA CHAI, USA: DYSLEXIA

ANNASTASIA MALAGON, USA: THE CHRISTIAN STEREOTYPE

DAVID ORTA, USA: MY UNCLE MILAN

GABRIEL HESTING, USA: MY IDENTITY

CHARLES KAMYA, UGANDA: SURVIVING AS AN ORPHAN

CONCURSO ENCERRADO

Nos envie sua história de justiça, amizade, coragem, paciência, perseverança, bondade, perdão, humildade ou sacrifício e ajude nossos leitores a questionarem a categorização e discriminação de qualquer grupo social ou pessoa com base no que veem na mídia, plataformas sociais ou ouvem em conversas cotidianas.

Prazo para o envio dos trabalhos:

1 de Dezembro de 2022


Em parceria com a Anistia Internacional USA


 

FOCO NA JUSTIÇA, Concurso de Fotografia (2021)

PARABÉNS AOS SEGUINTES ALUNOS QUE VENCERAM NOSSO CONCURSO DE FOTOS!

SEUS TRABALHOS SE DESTACARAM ENTRE AS QUASE 200 SUBMISSÕES QUE RECEBEMOS DE MAIS DE 10 PAÍSES.

A NOSSA PUBLICAÇÃO COM OS 50 TRABALHOS QUE MAIS SE DESTACARAM JÁ ESTÁ DISPONÍVEL.

Vencendores da categoria 11 a 13 anos:

Primeiro lugar: “Esmagando o Mundo ao Nosso Redor” por Megan Allan (12), Aberdeen, Escócia

Segundo lugar: “Por Trás da Paisagem” por Giovanna Ribeiro (12), Salvador, Brasil

Terceiro Lugar: “Injustiça de Gênero” por Damour Yuna (11), Sainte-Marie île de la Reunion, França

 Vencedores da categoria 14 a 19 anos:

Primeiro lugar: “Você Não Sabe” by Helena Amado (16), Brasília, Brasil

Segundo lugar: “Grito de Guerra” por Claire Smith (18), Kansas City, Estados Unidos

3rd place : “#Educaçãonãoécrime” by Sayna Zahrai (16), Brasília, Brasil

Menção Honrosa:

“A Busca da Educação” por Mariamawit Girmay (18), Addis Ababa, Etiópia

“A Beleza é dolorosa (mas não para você)” por Denis Marchitan (15), Espanha

“Não Me Silencie!” por Daylla Cristine Santos Silva (16), São Cristovão, Brasil

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Concurso de Arte para a Justiça Social (2020)

para jovens de 12 à 18 Anos

Confira os resultados do nosso concurso. Obrigado a todos que participaram. Foi difícil escolher apenas 3 vencedores entre as 216 submissões que recebemos. Assim que escolhemos 5!

Veja os finalistas que receberam menção honrosa.

CONNIE CREEK, artista de KANSAS CITY que escolheu os ganhadores, compartilhou essas palavras com os participantes:

"Quero parabenizar cada aluno que se inscreveu no concurso por ter coragem de abordar tópicos tão difíceis. Existem muitas peças que impactam o espectador de maneiras significativas. Embora eu tenha achado essas cinco obras muito semelhantes nas habilidades dos artistas para representar uma questão social importante por meio de meios visuais, aqui estão minhas razões para a minha escolha.”

Segundo Lugar: “Não ao Silêncio” por Pedro Luiz, 16 anos. Centro de Exelência Vitória de Santa Maria, Aracaju, Brasil.

“Um segundo lugar bem próximo ao primeiro é a peça ‘Não ao Silêncio’. A fotografia é poderosa ao fornecer informações quase gráficas demais para que possamos dar testemunho. O layout da imagem aumenta seu impacto emocional. A violência contra as mulheres, assim como contra muitos outros grupos, é uma injustiça que todos os países devem enfrentar e se esforçar para eliminar.” Connie Creek

“A arte da fotografia representa uma das grandes injustiças sociais: a violência contra a vida da mulher. A mulher é uma vítima de violência dentro e fora de casa. A proliferação dessa injustiça é confirmada pelas estatísticas que apontam índices alarmantes nesse período de isolamento social em decorrência da pandemia. A arte da fotografia na filosofia dos espaços grita por igualdade e respeito!” Pedro Luiz

4 - Goodbye to Education (1).jpg

Terceiro lugar: “Adeus à Educação” por Maria Eduarda Aragão, 16 anos. Ação Fraternal de Itabuna, Bahia - Brasil.

“No meu trabalho, representei esse cenário de exclusão digital e dificuldade de acesso a educação a distância de uma forma intensa e clara. A moça no chão representa todos os estudantes que estão perdendo suas oportunidades. Escolhi uma mulher de cor negra porque são mulheres negras as que mais encontram dificuldades para estudar no Brasil, achei que ficaria representativo. Os materiais escolares que estão voando com suas asas representam a educação. A moça também possui asas,mas elas foram cortadas, o que se percebe por conta da tesoura ensanguentada no chão e de suas penas arrancadas. As asas dessa moça são a oportunidade, é a tesoura que tirou suas penas, a exclusão digital.”

10 - Dysphoria - Transgender Rights.jpg

Terceiro lugar: “Dyphoria” por Wesley Sterbach, 15 anos. Colégio Shawnee Mission West, Kansas, Estados Unidos.

Minha questão de justiça social são os direitos/consciência dos transgêneros. Como um homem trans, as pessoas não entendem a dor que sentimos em nosso dia a dia. A sensação de prisão em nosso próprio corpo. Minha arte mostra os sentimentos que sinto como homem trans. O rosto rosa (feminino) que está se separando mostra minha aparência externa que está emaranhando o azul (fazer cara) para mostrar que me sinto preso devido à minha disforia. O rosto masculino é para mostrar a pessoa verdadeira que sou por dentro. E que minha aparência não me define e vai desmoronar. Afinal, sou um menino, não importa minha aparência. Eu pintei esta pintura a óleo para mostrar minha luta com auto-aceitação. ”

Terceiro lugar: “Social Justice Needs Change” por Manoela Moura, 17 anos Escola das Nações, Brasília, Brasil.

“Para a minha peça de arte pela justiça social, optei por retratar um protesto inspirado no Movimento Vidas Negras que começou nos Estados Unidos este ano devido ao caso de George Floyd. No entanto, decidi mostrar em meu trabalho não só pessoas que protestam contra o racismo, mas também contra diversas injustiças que enfrentamos diariamente na realidade em que vivemos. Justiça Social é a ideia de que todos merecem direitos e oportunidades econômicas e políticas iguais, e as populações que retratei em minha arte são comumente privadas disso. Cada placa de protesto em meu desenho representa um grupo que comumente enfrenta injustiças sociais, devido a fatores como sexismo, racismo, homofobia, discriminação religiosa e desigualdade de classe social. Por isso, a obra mostra pessoas lutando para acabar com essa realidade, com o intuito de conquistar seus direitos e ter acesso às mesmas oportunidades de grupos mais privilegiados.”

Aquecimento Global.jpeg

Primeiro Lugar: “Aquecimento Global” por Altiery Silva, 18 anos, Colegio Estadual João Dias Guimarães, São Fransisco-SE, Brasil.

“Escolhi a peça Aquecimento Global porque embora também seja uma questão ambiental, é, como bem afirma a artista, uma questão que afeta todo o nosso planeta - cada ser na Terra. É uma preocupação social que exige que todas as sociedades em todos os países trabalhem juntas para proteger nosso planeta. O artista combinou símbolos que representam o tempo e a natureza com pensamento e habilidade para transmitir a mensagem. ” Connie Creek

“A questão social que me inspirou foi o aquecimento global. Tentei representar o tema escolhido de uma forma ampla. Usei como base da ilustração a ampulheta, que representa o tempo, e como isso nos afeta. Também tentei mostrar em como nossas ações podem nos prejudicar e prejudicar tudo ao nosso redor, animais como o urso polar que depende das geleiras, que no momento estão derretendo rapidamente graças ao aquecimento. Na parte de baixo representei a poluição, que contribui para o aumento do aquecimento. Prejudicando a todos nós.” Altiery Silva

Concurso de Poesia de Resistência (2019)

A coletânea com os melhores poemas do concurso O Mundo Está Despertando: Poesia de Resistência de Jovens ao Redor do Mundo (em inglês) está DisponíveL PARA COMPRA.

Pintura de Clara Rabbani (16 anos). Aquarela inspirada nas palavras do poeta Pablo Neruda.

Pintura de Clara Rabbani (16 anos). Aquarela inspirada nas palavras do poeta Pablo Neruda.

“Poderão cortar todas as flores mas não poderão deter a primavera”

Agradecemos a todos que participaram em nosso concurso de poesia.

Foram enviados mais de 250 poemas de 12 países: Brasil, México, USA, Índia, Paquistão, Espanha, França, Inglaterra, Moçambique, Kenia, Filipinas e China. Foi uma honra e prazer ler tantos poemas de qualidade dos jovens ao redor do mundo. Depois de 2 semanas deliberando, um grupo de 10 juizes, membros do clube de justiça social, e poetas locais, selecionaram os melhors 13 poemas para serem enviados ao campeão mundial de poesia slam, Joaquin Zihuatanjeo.

Os resultados seguem abaixo:

Primeiro colocado: “Between Dawn and Indigo” de Joanna Lau, Nova York, USA

Segundo colocado:Baba in My Dream” de Ava Minu-Sepehr, Oregon, USA

Terceiro colocados:Thanksgiving” de Chloe Rosenstock, California, “Fruit Fly Thoughts” de Krisi Desai, Nova Jersey, USA

Arma das Minorias” de Priscila Oliveria Nascimento, Boquim, Sergipe, Brasil.

Parabéns aos ganhadores! Vários poemas também foram selecionados para publicação em uma antologia ilustrada.